Novas imagens serão adicionadas em breve…
Frei Damião, José Kerhle e Frei Fernando
O registro captura o encontro de três figuras de profunda influência na história de Buíque. No centro, destacam-se Frei Damião, o Monsenhor José Kehrle e Frei Fernando, fiel companheiro de missão de Frei Damião [ano desconhecido].
Irmã Ódila Maroja
Natural de Itabaiana (1907), Irmã Ódila escolheu Buíque como morada, onde partiu em abril de 2003. Além de sua dedicação à comunidade, era uma exímia violinista, encantando a todos com seu talento musical. Como reconhecimento ao seu legado e influência na cidade, foi homenageada postumamente com o nome da Creche Municipal Irmã Ódila.
José Cursino de Freitas e Geraldo Cursino de Freitas
O registro apresenta os dois filhos da saudosa farmacêutica Maria Emília Cursino de Freitas que seguiram a vocação para o sacerdócio.
Padre Francisco Dera
Padre Francisco Dera em missa campal realizada na frente da Matriz de Sâo Félix de Cantalice num dia de independência, ano desconhecido.
Pe. José Kerhle em sua residência
Monsenhor José Kehrle (nascido Joseph Kehrle) é uma das figuras mais emblemáticas e queridas da história de Buíque. Sua trajetória na cidade, que começou em 1947 e se estendeu até sua morte em 1978, é marcada por um profundo zelo religioso, erudição e uma conexão mística com as aparições de Nossa Senhora. Antes de se estabelecer definitivamente em Buíque, o então Padre Kehrle desempenhou um papel histórico crucial em Pesqueira. Em 1936, ele foi o encarregado oficial da Diocese para investigar e acompanhar as aparições de Nossa Senhora às videntes Maria da Luz (futura Irmã Adélia) e Maria da Conceição, no Sítio Guarda (Cimbres). Padre Kehrle assumiu a Matriz de São Félix de Cantalice em 1947. Sua presença na cidade não era apenas religiosa, mas também social e cultural.
Padre José Kerhle e outros sacerdotes em Buíque
A reunião de vários sacerdotes para esta fotografia não foi um evento casual. Representa o respeito e a admiração que o Monsenhor Kehrle inspirava entre seus colegas de clero e a comunidade.
Pe. Kerhle, Frei Damião e Frei Fernando em Buíque
Um valioso registro da passagem de Frei Damião e Frei Fernando por Buíque, durante visita ao Monsenhor José Kehrle. O encontro reuniu grandes figuras da fé sertaneja na cidade adotada pelo padre alemão.
Frei Damião na casa de Públio Vale
Registro fotográfico de 1975 com a presença de Públio Vale, José Osório, Frei Damião, Paula e Dona Lu.
Posse do prefeito Major França – 1919
Em 1919, Buíque celebrava a posse do Major França. O evento contou com a presença do vigário João Ignácio, de Luiz de França Monteiro e do Maestro Antônio de Barros Sampaio, regendo a Orquestra Municipal, fruto do incentivo do novo prefeito. O registro histórico foi feito diante da antiga sede da prefeitura.
Inauguração da estrada Santa Clara-Gameleira de Buíque
Registro feito em virtude da inauguração da estrada que ligava o distrito de Santa Clara ao de Gameleira de Buíque, em 1º de agosto de 1926. O registro, feito em frente à casa do Coronel Antônio Guilherme Dias Lima, captura um momento em que as duas vilas ainda pertenciam ao mapa de Buíque. Posteriormente, Santa Clara tornaria-se o município de Tupanatinga, e Gameleira passaria a integrar parte do município de Moxotó, posteriormente rebaixado a distrito mediante a elevação de Inajá. | Fonte: Excelsior, nº 28, maio de 1930.
Inauguração da estrada Santa Clara-Gameleira de Buíque
Sequência do registro fotográfico da inauguração da estrada entre os distritos de Santa Clara e Gameleira, em 1926. A imagem documenta a presença de diversas autoridades buiquenses da época, cujas identidades, infelizmente não podem ser identificadas devido a precariedade da composição visual.
Aníbal Cursino é eleito prefeito | jan-1972
Nesse registro incônico, o povo celebra a vitória de Aníbal Cursino de Freitas nas urnas. A cena do novo prefeito sendo carregado por seus partidários tornou-se um símbolo marcante da trajetória política do município.
Aníbal Cursino
Aníbal Cursino e lideranças políticas reunidas durante o governo de José Francisco de Moura Cavalcanti, década de 70.
Dia de comício em Buíque – 1955
O registro captura a efervescência política de 1955, com cidadãos acomodando-se na carroceria de um caminhão para acompanhar um comício, sob o olhar atento da vizinhança. Aquele pleito sagrou a vitória do Cel. José Emílio de Melo.
Cel. José Emílio de Melo
O Cel. José Emílio de Melo foi uma figura que se tornaria a primeira pessoa em Buíque a receber da população o título de ‘Pai dos Pobres’. Articulador do desmembramento do distrito de Tupanatinga e sua elevação a município, José Emílio exerceu uma liderança decisiva na região. Sua trajetória, contudo, foi precocemente interrompida em março de 1965, pois fora assassinado em Arcoverde por motivação política.
Inauguração do Chafariz da Av. Félix Paes de Azevedo
Inauguração do chafariz da Avenida Félix Paes de Azevedo em 1970, durante a gestão do prefeito João de Godoy Neiva. O equipamento, essencial para o abastecimento da população em períodos de estiagem, teve como seu primeiro administrador José Edmar Araújo, popularmente conhecido como Bazinho.
João de Godoy Neiva e indígenas – 1971
O prefeito João de Godoy Neiva recebe os indígenas Kapinawá em frente à sede da prefeitura em 1971.
1º veículo oficial da prefeitura de Buíque
Aníbal Cursino e seu filho posam ao lado do primeiro carro oficial da prefeitura, uma Brasília, no ano de 1975. Um marco da modernização da frota pública municipal
Inauguração do asfalto Buíque-Arcoverde – 1981
Solenidade de inauguração da rodovia Buíque–Arcoverde em 1981. O evento marcou um avanço na infraestrutura regional e reuniu figuras de destaque na política local e nacional, como Públio Vale, Marco Maciel, Floro e Blésman Modesto.
Blésman Modesto em comício no Catimbau
Um momento da mobilização política de 1976: Blésman Modesto de Albuquerque em comício no Catimbau, acompanhado por sua base de apoio partidária.
Cavalhada do Catimbau – 1968
As cavalhadas representam uma das mais ricas e antigas tradições equestres do interior nordestino, mesclando habilidade esportiva, herança colonial e celebração religiosa. Em Buíque, essa prática viveu seu apogeu até o final da década de 1960, consolidando-se como um dos eventos mais aguardados por parte da população local. a Sede municipal também promovia a cavalhada. As competições ocorriam no espaço onde hoje se localiza a Praça São Sebastião (o pátio de eventos da cidade). NNo tempo em que não havia calçamento e o solo batido servia como a pista ideal para as manobras e o galope dos animais.
Time do Flamengo de Buíque – 1961
Houve um tempo em que o cotidiano buiquense pulsava através do esporte, com especial devoção ao futebol. Entre as diversas agremiações da época, destacava-se o Flamengo de Buíque. O registro de 1961 apresenta uma de suas formações clássicas, sob o comando técnico do saudoso Seba.
Time Leão XVIII – 16-08-1974
Time de 1974, cujo treinador era Seba (Sebastião Tavares Cavalcanti). Faziam parte da Sociedade Cultural e Esportiva do Buíque (SCEB). Em pé estão: Seba, Mutuca, Rildo, Waldemar, Eraldo, Félix, Vavá, Manoel Gago, Rivaldo e Floro; Entre os agachados estão: Minoce, Tiribiu, Sil, Djair, Sabão e Dema.
Jogador Bira
Ubirantan Lopes de Farias, carinhosamente conhecido como Bira, foi um dos grandes talentos do futebol buiquense. Nascido em 24 de dezembro de 1961, sua habilidade técnica o levou a integrar as fileiras do Sport Club do Recife, onde demonstrou ser um exímio jogador. Partiu precocemente em 6 de junho de 1986, deixando um legado de admiração e saudade no esporte local.
Família Florentino Padilha – 1928
Integrantes da numerosa família de Florentino de Souza Padilha, em registro datado de 1928.
Severiano Camello Pessoa Cavalcanti e família
Severiano Camello Pessoa Cavalcanti posa ao lado de sua família, trazendo ao colo a pequena Maria da Conceição Cavalcanti. Primeiro vice-prefeito de Buíque, Severiano desempenhou um papel político crucial ao articular a elevação de Mundo Novo à categoria de distrito logo após a emancipação da cidade. Contudo, após uma reestruturação administrativa, o distrito foi rebaixado, passando a integrar o território de Guanumby.
Família Barros Sampaio
Neste registro, vemos Zé Quidite e José de Barros (o popular Zeca) ao lado de Antônia Sampaio, a grande matriarca da família, e seu esposo, o Maestro Sampaio. Logo em seguida, aparece o filho do casal, Arnóbio.
Matriarca da família Antunes Bezerra – Quilombo Mundo Novo
Este é o único registro fotográfico de Antônia Cândida Beserra, a matriarca da família Antunes Beserra. A família compõe o corpo de dançarinos do Grupo de Samba de Coco Resgate da Alegria, sediado na Serra da Torrada, no Sítio Mundo Novo, pertencente ao distrito de Guanumby.
