Faixa - cronologia de fatos históricos e outras ocorrências

2000

2019 – Encontrada em 5 de fevereiro, a pedra que demarca as 500 braças no lado Leste da cidade. No período a pedra marcava as 500 braças da lateral esquerda da capela de São Félix que foi posteriormente demolida e reconstruída por intermédio do frei Caetano de Messina em 1853 com a fachada que antes era voltada para a lagoa (Norte), agora direcionada para o leste. Estava localizada no início da estrada que segue para o Riachão. A pedra fora fincada no solo quando da fundação da capela em 1752. E foi redescoberta pelo Pe. Antônio Ferreira e o pesquisador Paulo César Barmonte.

2018

  • O Serviço Geológico Brasileiro (CPRM), encontra por mapeamento, a presença de depósitos minerais de tório, ocorrências de ouro e celestita (usada para dar coloração verde aos equipamentos tecnológicos).
  • Em 27 de janeiro, Antonio da Silva Ferreira, torna-se o pároco da Matriz de São Félix de Cantalice, permanecendo até o momento.

2017

  • Em 31 de dezembro, o Pe. Luiz Benevaldo dos Santos, deixa a Paróquia de São Félix de Cantalice.
  • Em 07 de agosto deste ano, o vigário cooperador Pe. Fábio de Lima dos Santos passa a compor o quadro da Matriz de São Félix de Cantalice, deixando-a em 31 de dezembro.
  • Arquimedes Guedes Valença – 37º prefeito de Buíque (4º pleito).

2014

  • Em 27 de fevereiro, Luiz Benevaldo dos Santos, torna-se pároco da Matriz de São Félix de Cantalice.
  • Em 26 de fevereiro, Pe. Carlos Eduardo Pereira dos Santos, deixa a Matriz de São Félix de Cantalice.

2013

  • No dia 04 de fevereiro, morre o escritor Cícero Amorim Gallindo (Cyl Gallindo), em decorrência de uma bactéria, contraída após cirurgia para a retirada de um aneurisma.
  • No dia 24 de julho, morre Manoel Dantas Loyola – ex-cangaceiro que nos tempos de cangaço atendia pelo vulgo “Candeeiro”.

2010

  • Em 29 de agosto, Pe. Carlos Eduardo Pereira dos Santos ingressa na Matriz de São Félix de Cantalice.
  • Em 28 de agosto, o Pe. Erivânio Moraes de Macedo, deixa a Matriz de São Félix de Cantalice.
  • Em 21 de março, o vigário cooperador, Pe. Antonio da Silva Ferreira, deixa a Matriz de São Félix de Cantalice.

2009

  • Em 03 de fevereiro, o vigário cooperador, Pe. Antonio da Silva Ferreira ingressa na Matriz de São Félix de Cantalice.
  • Encontrada no sítio Charco a ossada de uma preguiça gigante que viveu na região entre 8 ou 10 mil anos. Os restos foram encontrados durante a escavação de um barreiro.
  • Jonas Camelo de Almeida Neto – 36º prefeito de Buíque (1º e 2º pleito).

2007

  • O Parque Nacional do Catimbau passa a ser gerido pelo Instituto Chico Mendes de Conservação (ICMBio).
  • Em janeiro deste ano, o vigário cooperador, Pe. João Paulo Queiroz Valença, ingressa na Matriz de São Félix de Cantalice, deixando-a em dezembro.

2006

  • Em 29 de dezembro, o Ronaldo Bernardo de Lima, deixa a Matriz de São Félix de Cantalice.
  • Em 03 de fevereiro, o Pe. Erivânio Moraes de Macedo, ingressa na Matriz de São Félix de Cantalice.

2003 – Ocorre a primeira visita de um presidente da República à cidade, representada por Luiz Inácio Lula da Silva.

2002 – É criado no dia 13 de dezembro deste ano o Parque Nacional do Catimbau via decreto. A área do parque abrange parte do território dos municípios de Buíque, Ibimirim e Tupanatinga, com área total de 60.787 hectares. O Parque foi criado pela relevância ecológica e beleza cênica, visando também assegurar proteção de um trecho do ecossistema de caatinga e a preservação de sítios arqueológicos. Em Buíque a área ocupada pelo parque corresponde a 12.438 hectares.

2001 – Arquimedes Guedes Valença – 35º prefeito de Buíque (2º e 3º pleito).

2000

  1. No dia 07 de setembro é inaugurada a Casa da Cultura Lenira Cursino de Freitas, no mesmo prédio do Museu Municipal.
  2. Em janeiro, o vigário cooperador Pe. Marconi José Barbosa da Silva ingressa na Matriz de São Félix de Cantalice, deixando-a em dezembro do mesmo ano.

1900

1999

  • Em maio, o vigário cooperador Pe. José Gomes de Melo, ingressa na Matriz de São Félix de Cantalice, deixando-a em dezembro do mesmo ano.
  • Em 16 de fevereiro, o Pe. Ronaldo Bernardo de Lima, ingressa na Matriz de São Félix de Cantalice ao mesmo passo em que o Pe. Tarcísio José Weber, a deixa.
  • No dia 13 de janeiro, morre aos 115 anos – Cícero José de Farias (meu rei ou Sadabi). A morte do profeta adâmico põe fim a sua sociedade milenar.

1997

  • Em 16 de fevereiro, o Pe. Tarcísio José Weber (Missionário da Sagrada Família), ingressa na Matriz de São Félix de Cantalice.
  • No início deste ano, o Pe. Aloísio Raymundo Lunks (Missionário da Sagrada Família), deixa a Matriz de São Félix de Cantalice.
  • Dr. Blésman Modesto de Albuquerque – 34º prefeito de Buíque (3º pleito).

1993

  • Dr. Dilson Souza Santos – 33º prefeito de Buíque.
  • Surge os Amigos do Bem, entidade sem fins lucrativos, constituída inicialmente por 20 pessoas que chegam à região para ajudar os menos favorecidos.

1992 – Neste ano, o Pe. Aloísio Raymundo Lunks (Missionário da Sagrada Família), ingressa na Matriz de São Félix de Cantalice.

1990

  • Em 05 de abril, foi promulgada a Lei Orgânica do Município de Buíque.
  • Em 26 de maio, foi inaugurado o Museu Eduardo José de Freitas (Museu Municipal de Buíque).

1989

  • Neste ano, o Pe. Alcides Francisco Cericato (Missionário da Sagrada Família), deixa a Matriz de São Félix de Cantalice.
  • Arquimedes Guedes Valença – 32º prefeito de Buíque.

1986 – Neste ano, o Pe. Alcides Francisco Cericato (Missionário da Sagrada Família), ingressa na Matriz de São Félix de Cantalice. É também o ano de saída do Pe. Ceslou Broszechi (Missionário da Sagrada Família).

1984 – O cacique José Bernardino Barbosa “Zé Bernardo” Inicia suas buscas por melhorias às comunidades indígenas. Dentre elas bombeamento da água da nascente para algumas casas, abastecimento duma lavanderia comunitária, instalação da rede elétrica, instalação de um posto de saúde, soluções para demarcação de territórios circunvizinhos e reestruturação do sistema educacional.

1983

  • José Camelo Neto – 31º prefeito de Buíque.
  • Os Kapinawá sob a liderança do Cacique João Soares Monteiro, entraram em conflito contra os grileiros do Fazendeiro Zuza Tavares e levaram a melhor. O ocorrido deu-lhes a fama de “caboclos de coragem”. No mesmo ano, foi implantado o posto indígena Kapinawá da Mina Grande.

1980

  • Morre no Recife em 14 de abril, o jurista buiquense: Dr. Soriano Neto. Escritor e um dos maiores jurisconsulto do país.
  • Neste ano, o Pe. Ceslou Broszechi (Missionário da Sagrada Família), deixa a Matriz de São Félix de Cantalice e ingressa o Pe. Josef Butkiewicz (Missionário da Sagrada Família).

1977

  • Neste ano, o Pe. Josef Butkiewicz (Missionário da Sagrada Família), ingressa na Matriz de São Félix de Cantalice, ano também de encerramento das atividades do Pe. Francisco Dera (Missionário da Sagrada Família).
  • Dr. Blésman Modesto de Albuquerque – 30º prefeito de Buíque (2º pleito).

1976 – Cícero José de Farias (Meu Rei), vem para Buíque e cria uma comunidade milenar, na Fazenda Porto Seguro (Serra dos Breus – Catimbau), na época, também chamada de Reino Adâmico.

1973 – No dia 21 de dezembro, Félix Honório de Farias, aos 73 anos, reclama as terras buiquenses como suas por direito. Apresentando documentos que comprovariam ser ele descendente direto do Almirante Pedro Álvares Cabral. Apesar de a documentação estar correta, Félix não conseguiu o que queria.

1972

  • O promotor Edilton Santana, é enviado a Buíque para combater o banditismo que tomava conta da cidade.
  • A capela de São Félix de Cantalice, deixa de ser filial da Matriz de Santo Antônio de Garanhuns.
  • Em 23 de dezembro deste ano, o ex-prefeito Jonas Camelo de Almeida, é assassinado a tiros em frente a sua residência.

1971

  • Ocorre uma nova invasão de flagelados em Buíque. Dessa vez, em Guanumby com cerca de 500 pessoas em busca de alimento e água.
  • Em 10 de janeiro, ingressa o Pe. Francisco Dera (Missionário da Sagrada Família) ao mesmo passo em que sai o Pe. José Maria da Silva.

1970

  • Período em que indígenas e fazendeiros entraram em conflito devido a construção de cercas em território indígena. Estes últimos uniram forças e passaram a quebrar as cercas dando origem ao movimento do corte os arames.
  • Encontrada em Tupanatinga, certidão de 1920 atestando doação de terras aos indígenas da região do Macaco.
  • Sebastião França – administrador do cemitério de Buíque, encontra aos 40 anos, no Catimbau 3 ossadas com cerca de 2 mil anos. Foi o primeiro achado arqueológico da região. Sebastião França também descobriu neste mesmo ano a existência de caulim no terreno de um amigo.

1969

  • Em 12 de dezembro, ingressa o Pe. José Maria da Silva, sucedendo o Pe. José Kehrle que deixa a Matriz no mesmo dia.
  • São iniciadas as pesquisas no Vale do Catimbau, a partir de relatos de guias e moradores da região. Também foram iniciados os primeiros estudos no Sítio Arqueológico Alcobaça. Gabriela Martin era a pessoa a frente das pesquisas e no ano seguinte, foi responsável pela montagem e criação do Núcleo de Arqueologia da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco).
  • João de Godoy Neiva – 29º prefeito de Buíque.

1967

  • Aníbal Cursino de Siqueira – 28º prefeito de Buíque.
  • Em 14 de outubro, morre o Cel. Félix de França Monteiro, ex-prefeito de Buíque aos 84 nos.

1963

  • Blésman Modesto de Albuquerque – 27º prefeito de Buíque.
  • Tupanatinga é elevada à categoria de município pela Lei Estadual nº 4.959, de 20 de dezembro deste ano.
  • Técnicos da Comissão Nacional de Energia Nuclear, chefiados pelo geólogo Kazuo Fuzihawa encontram 15 afloramentos de urânio com abrangência de 20m².

1959 – Durante a missa campal de 7 de setembro, realizada pelo padre Francisco Dera, 4 ovelhas surgem no meio da multidão e ajoelham-se diante do altar no momento da consagração.

1959 – Jonas Camelo de Almeida – 26º prefeito de Buíque.

1957 – A Lei Municipal nº 214, de 09 de novembro deste ano, cria mais dois distritos em Buíque: Carneiro e Catimbau.

1956 – Cel. José Emílio de Melo – 25º prefeito de Buíque.

1954 – Descobertos vários afloramentos superficiais de urânio e depósitos de gesso em solo buiquense.

1952

  • Cel. Félix de França Monteiro – 24º prefeito de Buíque.
  • Buíque é invadida por 2000 flagelados da seca em busca de alimento e água. A ocorrência é representa o maior êxodo de flagelados ocorrido na região Nordeste.

1948 – Pela Lei Estadual nº 421, de 31 de dezembro deste ano. A grafia “Buique” recebe acentuação no “i”.

1947

  • Em 19 de maio, ingressa o José Kehrle, um dos párocos mais influentes na história do município. Sendo ele o responsável pela construção da capela de Nossa Senhora das Graças, santa de sua devoção. Na mesma data deixa a Matriz, o Pe. Luiz Sampaio.
  • Em 18 de maio, o Pe. José Kerhle assume a Paróquia de São Félix de Cantalice.
  • Em 27 de janeiro, deixa a Matriz, o Pe. Osvaldo Prinz.
  • Dr. José Cursino Galvão – 23º prefeito de Buíque.

1945 – Em 28 de janeiro ingressa na Matriz de São Félix de Cantalice (pela segunda vez), o Pe. Luiz Sampaio.

1943

  • Em 14 de março, ingressa na Matriz de São Félix de Cantalice, o Pe. Osvaldo Prinz; A 10 de março, deixa a Matriz de São Félix de Cantalice, o Pe. Luiz Sampaio.
  • O Decreto-lei Estadual nº 952, altera o nome do distrito de Santa Clara para Tupanatinga e São Domingos para Guanumby.
  • Jerônimo de Souza Neto – 22º prefeito de Buíque (interventor).

1942

  • Em 21 d fevereiro, deixa a Matriz de São Félix de Cantalice, o Pe. Noval José de Oliveira.
  • Em 28 de janeiro, ingressa na Matriz, o Pe. Luiz Sampaio.

1941 – José Nunes Vanderlei – 21º prefeito de Buíque (interventor).

1940 – Mário José de Carvalho – 20º prefeito de Buíque (interventor).

1939

  • Em 22 de abril, ingressa na Matriz de São Félix de Cantalice, o Pe. Noval José de Oliveira.
  • Em 21 de abril, deixa a Matriz, o Pe. Renato de Menezes, tendo passado um curto período na localidade, tendo ingressado em 18 de fevereiro.
  • Em 12 de fevereiro, deixa a Matriz de São Félix de Cantalice o Pe. Antonio Gomes de Andrade.
  • Dr. Solon Pereira de Araújo – 19º prefeito de Buíque (interventor).

1938

  • Luiz Tenório de Albuquerque (Lulu de Aquino) – 18º prefeito de Buíque (interventor).
  • A Lei Estadual nº 235, de 09 de dezembro deste ano, cria o distrito de Santa Clara, com território desmembrado de parte dos distritos de Buíque e São Domingos. O município agora aparece com três distritos: Buíque, Santa Clara e São Domingos.

1937 – Tomás de Aquino Cavalcanti (“Seu” Quino) – 17º prefeito de Buíque (interventor).

1935 – Em 28 de maio deste ano, nasce o futuro escritor buiquense Cícero Amorim Gallindo.

1934 – Osório de França Galvão – 16º prefeito de Buíque (interventor).

1930 – Manoel Batista de França (“Seu” manoel de Liu) – 15º prefeito de Buíque (interventor).

1930

  • Santos Araújo – 14º prefeito de Buíque.
  • O distrito de São Domingos é criado e anexado ao município de Buíque pela Lei Municipal nº 112, de 16 de janeiro deste ano.

1929

  • Em 20 de maio, o Pe. Cesari Néri, deixa a Matriz de São Félix de Cantalice.
  • Em 02 de fevereiro, ingressa na Matriz o Pe. Antonio Gomes de Andrade.

1928

  • Gameleira foi desmembrada de Buíque através da Lei Municipal nº 1.931, de 11 de setembro deste ano, para a constituir parte do território do município de Moxotó (hoje Inajá), criada pela mesma lei.
  • Em 20 de maio, ingressa na Matriz de São Félix de Cantalice, o Pe. Cesari Néri.
  • Em 14 de abril, deixa a Matriz o Pe. Otacílio Pimenta.
  • Francisco Cordeiro de Albuquerque – 13º prefeito de Buíque.

1927

  • Em 20 de junho, nasce Jonas Camelo de Almeida (futuro prefeito de Buíque), filho de José Camelo de Siqueira e Ana Rosa Camelo de Almeida.
  • Na madrugada de 19 de maio, morre o cangaceiro buiquense Jararaca, torturado e enterrado vivo no cemitério de Mossoró.

1925 – Antonio Pereira Cavalcanti – 12º prefeito de Buíque.

1923

  • Em 14 de abril ingressa na Matriz de São Félix de Cantalice, o Pe. Otacílio Pimenta.
  • Em 07 de março, sai da Matriz, o Pe. Fernando Guedes.

1922

  • Em 29 de julho, ingressa na Matriz de São Félix de Cantalice, o Pe. Fernando Guedes.
  • Em 21 de julho, deixa a Matriz, o Pe. Pe. Antônio José da Costa Rego.
  • José Batista de Souza – 11º prefeito de Buíque (2º pleito).

1920 – O distrito de Gameleira de Buíque é denominado: Gameleira.

1919 – Francisco de França Monteiro – 10º prefeito de Buíque (2º pleito).

1918

  • Em 29 de dezembro, ingressa na Matriz de São Félix de Cantalice, o Pe. Antônio José da Costa Rego.
  • Em 15 de dezembro, deixa a Matriz de São Félix de Cantalice, o Pe. José Apolinário de Holanda Martins.

1916 – Luiz de França Monteiro – 9º prefeito de Buíque.

1915

  • No dia 10 de outubro deste ano, morre afogado na praia do Carmo – Olinda, aos 41 anos, o buiquense e Dr. Bento Américo. Na época, professor da Faculdade de Direito do Recife. Bento ficou famoso pelos artigos publicados no jornal “A Província”, do Recife. Foi também um dos fundadores do Ginásio Pernambucano. Seu corpo foi encontrado no dia seguinte, na praia de São Francisco e enterrado no cemitério de São João, em Olinda.
  • Em 29 de junho, (3 dias após sua saída), retorna a Matriz de São Félix de Cantalice, o Pe. José Apolinário de Holanda Martins.
  • Em 26 de junho deixa a Matriz, o Pe. José Apolinário de Holanda Martins.
  • Em 18 de maio, deixa a Matriz, o Pe. Frutuoso Rolim, tendo passado apenas 1 mês, havendo ingressado em 24 de abril.

1914

  • Águas Belas foi desvinculado da comarca de Buique e inserida na comarca de Bom Conselho, através da Lei Estadual nº 1.228, de 06 de deste ano.
  • Nasce em 06 de outubro, Manoel Dantas Loyola (futuro cangaceiro: Candeeiro).

1913 – José Batista de Souza – 8º prefeito de Buíque.

1912 – Antônio Feitosa Pereira Lima – 7º prefeito de Buíque.

1911 – Em divisão administrativa o município é constituído de dois distritos: Buíque e Gameleira de Buíque.

1910

  • Em 05 de dezembro, ingressa na Matriz de São Félix de Cantalice, o Pe. José Apolinário de Holanda Martins.
  • Nasce em 13 de novembro deste ano, Austriclínio Bezerra de Andrade, futuro fundador do Sindicato Patronal Rural de Buíque.
  • Em 29 de maio, deixa a Matriz, o Pe. João Ignácio de Albuquerque. Uma das pessoas mais influentes na história da cidade. “Vigário João Inácio”, como era conhecido destacava-se por sua rispidez e moralidade. Foi o primeiro prefeito de Buíque.
  • Francisco de França Monteiro – 6º Prefeito de Buíque.

1907

  • Foi erigida a Via Sacra da Matriz de São Félix de Cantalice.
  • Nasce em 06 de dezembro deste ano José Cursino Galvão (futuro médico e prefeito de Buíque), filho de Sabino Cursino dos Anjos (um dos maiores fazendeiros buiquenses da época) e Cecília Galvão.

1904

  • A Vila Nova de Buique recebe foros de cidade e passa a ser chamada Buique, pela Lei Estadual de nº 669.
  • Ten. Cel. Antonio Cavalcante de Albuquerque Mello – 5º prefeito de Buíque.
  • Graciliano Ramos e sua família, retornam para Alagoas.

1901

  • Em 25 de maio, nasce José Leite de Santana (futuro cangaceiro: Jararaca).
  • Vigário João Inácio de Albuquerque – 4º prefeito de Buíque (2º pleito).

1800

1898 – Ten. Cel. José Gomes dos Anjos – 3º prefeito de Buíque.

1896 – Em 02 de fevereiro deste ano, em Brejo da Madre de Deus, na Fazenda do Poço, falece Francisco Alves Cavalcanti Camboin, o Barão de Buíque, também conhecido por Barão do Poço.

1895

  • Nasce em 28 de junho, José Soriano de Souza Neto. Filho de Francisca Vieira Soriano de Souza e do Dr. Thomas Soriano de Souza – Juiz de direito da Comarca de Buique. Anos mais tarde, José Soriano se tornaria um dos maiores jurisconsulto do país.
  • Tenente-Coronel Manoel Rodrigues de Lima Oldrado – 2º prefeito de Buíque.

1894 – O futuro escritor Graciliano Ramos e sua família vem morar em Buique, vindos de Alagoas.

1893

  • A Lei Municipal nº 2, de 19 de janeiro deste ano, cria o distrito de Gameleira de Buique.
  • Buique ganha autonomia municipal em 1 de abril deste ano, em conformidade com as disposições gerais da Lei Estadual nº 52 – Lei Orgânica dos Municípios, de 03 de agosto de 1892.

1892 –Vigário João Inácio de Albuquerque – 1º prefeito republicano de Buique. Eleito em 21 de fevereiro, tendo tomado posse em 26 de março deste ano. Seu vice, Cel. Manuel Camelo Pessoa Cavalcanti.

1878

  • Em 21 de abril, ingressa na Matriz de São Félix de Cantalice, Pe. João Ignácio de Albuquerque.
  • Em 20 de abril, deixa a Matriz, o Pe. Dionísio Pires Costa.

1877

  • Em 23 de agosto, ingressa na Matriz de São Félix de Cantalice, o Pe. Dionísio Pires Costa.
  • Em 26 de abril, deixa a Matriz, o Pe. Herculano Marques da Silva.

1876 – A Matriz de São Félix de Cantalice passa por grandes reparos realizados a mando do missionário capuchinho Frei Estêvão Maria de Hungria.

1875 – Em janeiro, as autoridades do governo conseguiram conter as manifestações populares em quatro províncias do Nordeste, uma delas Buique. A punição para os acusados de serem quebra-quilos era o uso do “colete de couro” – um pedaço de couro cru envolto sobre o tórax e as costas que, após molhado, tendo secado – apertava contra o peito, causando lesões, problemas cardíacos e tuberculose.

1874

  • Em 19 de dezembro, a vila de Buique é invadida pelos quebra-quilos. Representantes de um movimento contra o novo sistema de pesagem imposto pelo governo. Os revoltosos entraram em conflito com autoridades locais num lugar denominado Alto dos quebra-quilos.
  • Casais indígenas que habitavam a área do Macaco, receberam títulos de posse de seus terrenos que inclui o Sítio Brejo de Fora, Julião e Lagoinha, Palmeira e Macaco, Mina Grande e Queimada Velha. Alguns dos títulos foram dados por recompensa participativa na guerra contra o Paraguai entre 1865 e 1870. Porém, não havia documentação de títulos em posse dos recebedores.
  • Nasce em 12 de junho, na Fazenda Barra-verde, Bento Américo Cavalcanti Sobrinho. Filho do Cel. José de Albuquerque Cavalcanti e Maria Alexandrina Cavalcanti. Anos mais tarde, Bento tornou-se professor na Faculdade de Direito do Recife.

1873

  • Em 26 de novembro, Buique vira palco de um grande motim promovido por cidadãos armados com cacetes e peixeiras afiadas. As causas se devem a fixação dos editais da nova Lei dos cavalos às portas da igreja de São Félix. No confronto, a população saiu vitoriosa contra o destacamento policial da época.
  • Em 17 de agosto, ingressa na Matriz de São Félix de Cantalice, o Pe. Herculano Marques da Silva.
  • Ano de saída do Pe. José Teixeira de Mello.

1872 – Em 27 de março deste ano, um aviso vindo do Ministério de Agricultura, Comércio e Obras Públicas, ordenava o fim de todos os aldeamentos de Pernambuco.

1871

  • Instalada a Comarca de Buique em 04 de abril deste ano. Sendo Hircano Alves Maciel, o primeiro Juiz da comarca, classificada como sendo de 1ª entrância.
  • Em 17 de maio deste ano, o então Cel. Francisco Alves Cavalcanti Camboin, Oficial da Imperial Ordem da Rosa, pelos serviços prestados ao Império, é agraciado por D. Pedro II com Decreto Imperial que o nomeara com o título Barão de Buíque.
  • O distrito de Águas Belas foi desmembrado de Buique e elevado a categoria de município pela Lei Provincial nº 997 de 13 de julho de 1871.

1870 – Criação da Comarca de Buique pela Lei Provincial nº 956, de 12 de julho deste ano. Desmembrando-se então da Comarca de Garanhuns. Tendo como primeiro Juiz o Dr. João Hermano Alves Maciel.

1862 – Em 04 de outubro deste ano é instalada a Agência dos Correios de Buique.

1855 – Instalada em 16 de abril, a Câmara Municipal de Vereadores na casa de Lourenço de Albuquerque Cavalcanti, cujo primeiro presidente foi José de Albuquerque Cavalcanti.

1854 – A freguesia deixou de ser distrito de Garanhuns e foi elevada a categoria de vila segundo a Lei Provincial no 337, de 12 de maio de 1854. Constituindo-se município de nome: Vila Nova de Buique. Águas Belas também foi desmembrada de Garanhuns e a vila passou a ser composta por pelos dois distritos: Vila Nova de Buique e Águas Belas.

1853 – A capela de São Félix de Cantalice é demolida e reconstruída com a face voltada para o leste (antes voltada para o Norte). A nova igreja surge por intermédio do Frei Caetano de Messina que tendo visto a precariedade da estrutura, mobilizou a população para a construção do templo.

1851 – Em 05 de abril, ingressa o segundo pároco da Igreja de São Félix de Cantalice, o Pe. José Teixeira de Mello.

1850 – O governo das províncias declarou extintos os aldeamentos antigos e regularizada a Lei de terras (Lei nº 601 de 18 de setembro de 1850) que regularizava propriedades em nome de fazendeiros que acumularam riquezas e prestígio político a parti da apropriação indevida de terras indígenas.

1836 – A povoação de São Félix de Buique deixa de ser jurisdição de Cimbres e volta a fazer parte da jurisdição de Garanhuns.

1802 – Uma grande seca atinge a região do Moxotó e um novo grupo indígena migram de Calancaló (Ibimirim) para o sítio Macaco.

1700

1795 – A criação da freguesia foi confirmada por Alvará de 11 de dezembro deste ano, que também criou o distrito, subordinado a Garanhuns.

1793 – Em janeiro deste ano, se estabelece na recém construída Igreja de São Félix de Cantalice, seu primeiro pároco, o Pe. João Lourenço Paes Lelou.

1792

  • A povoação foi elevada a freguesia através de alvará régio expedido pela Rainha Dona Maria I, mãe de Don João VI.
  • A capela de Buíque deixa de ser filial da Matriz de Santo Antônio em Garanhuns para ser elevada a Matriz da freguesia de São Félix do Buique.

1763 – A população de São Félix de Buique deixa de fazer parte da jurisdição de Garanhuns, em consequência da instalação da Vila de Cimbres no ano anterior, cuja jurisdição passou a pertencer.

1760 – índios Carnijós da Vila de Águas Belas, refugiam-se no sítio do Macaco, após acusação de serem responsáveis pela morte de seu diretor.

1754 – A capela de São Félix estava sendo erigida.

1753 – Em 27 de março, após o falecimento de seu irmão Nicácio Pereira Falcão. Félix Paes de Azevedo doa metade de suas terras aos sobrinhos Julião de Matos Garcês e Francisca dos Prazeres, como dote de casamento. A outra metade foi doada em mil braças quadradas ao patrimônio da capela de São Félix de Cantalice que seria erigida.

1752 – Começou a ser erigida a Capela de São Félix de Cantalice na fazenda da lagoa.

1746 – Período em que índios Carnijó, Paraquió e Xocó passam a atacar fazendas no entorno da Ribeira do Ipanema para reivindicar terras tomadas por brancos.

1738 – O Mestre de campo, Pantaleão de Siqueira Barbosa, acompanhado  de seu irmão Manuel José de Siqueira, veio tomar posse de terras adquiridas nos atuais municípios de Sertânia, Custódia, Inajá, Águas Belas e Buíque: onde fundou as fazendas Jeritacó (em que residiu e construiu uma capela sob a invocação a Sant’Ana); Salgado, Cacimbinha (Xilili), Itapicuru e Brejo de São José – hoje parte do Parque Nacional do Catimbau.

1726 – Em 28 de agosto deste ano, o Capitão Matias Ferreira Luiz vende o sítio Catimbau, adquirido por sentença judicial, de Francisco de Abreu e Maria Fernandes Barbosa (esposa de Francisco). O novo dono das terras do Catimbau passa a ser Gonçalo Pereira de Moraes.

1725 – Em 22 de novembro deste ano, o Conde de Sabugosa (Vice-rei do Brasil) recebe do coronel Pedro Barbosa Leal uma carta com informações detalhadas sobre as minas de prata descobertas em 1614 na região dos Campos do Buique. O documento foi descoberto por J. Capistrano de Abreu que publicou o texto na íntegra à Revista da Secção da Sciedade de Geografia de Lisboa, no Brasil, 2ª série, nº 1 e 2, p. 12-22 e 66-78. Também reproduzido no livro de Varnhagen – tópico II, secção XXIV.

1716 – Falece o herdeiro Pedro Aranha Pacheco; Em 19 de novembro, a viúva Maria de Matos da Costa, vende as terras da Fazenda da Lagoa aos irmãos Félix Paes de Azevedo e Nicácio Pereira Falcão pelo valor de 400 mil réis.

1710 – Um período de estiagem abala o Estado de Pernambuco, provocando grande crise financeira com lavoura escassa e a miséria batendo à porta. Nesse ano foi criada a Comarca de Alagoas, no qual faziam parte o sertão do Ipanema, os Campos do Buique, o sertão das Rodelas, os Campos dos Garanhuns e parte do Ararobá.

1709 – Em 20 de maio, foi expedida provisão régia ao governador, ordenando a suspensão dos trabalhos de mineração e fabrico de salitre, no qual foram mandados de volta para Lisboa, os oficiais vindos de lá. Mandou também que vendessem a fazenda de gado e éguas. A justificativa tinha por base a não correspondência do lucro sobre as despesas devido à distância até a costa e as estradas ruins e sem pontes que dificultavam a passagem dos carregamentos. Por outro lado, o cultivo de terras e o povoamento da região prosseguiu.

1701 – Em 3 de junho deste ano, o Cel. Leonel de Abreu e Lima recebe do Governador Fernando Mascarenhas, o cargo de Administrador das Minas e Salitre. Este ganhou várias terras nos brejos das terras onde o salitre era encontrado. Leonel foi o fundador da Fazenda Cabo do Campo (hoje, distrito de Tupanatinga). Neste ano, iniciam-se os trabalhos de exploração do salitre na região.

1700 – Por meio de Carta Régia, em 2 de dezembro deste ano, a Coroa portuguesa – através do Governo da Metrópole, ordena a criação de uma fazenda pastoril, enviando aos Campos do Buique, 80 casais de indígenas domesticados para a exploração do salitre. Além de 50 vacas tomadas aos contratadores dos dízimos reais e 4 éguas compradas para então ser levantado um aldeamento com as terras necessárias para a cultura. A medida foi tomada com objetivo de regularizar os trabalhos de extração mineral e logo atraiu grande quantidade de operários e especuladores. O salitre extraído seria usado, principalmente, para a fabricação de pólvora.

1600

1698 – A 1 de fevereiro deste ano, emitiu-se uma ordenação por carta régia, autorizando a mineração da jazida e o estabelecimento de oficinas para tal serviço. Para dirigir os trabalhos, fora convocado de Lisboa o engenheiro João Rodrigues que procedeu o exame das nitreiras.

1697 – O governador Caetano de Melo de Castro é comunicado sobre a descoberta duma jazida de salitre, situada a poucas léguas da margem setentrional do rio São Francisco. O mesmo mandou Bento Surrel Carrilho examinar a área, ele seguiu em companhia de do coronel Leonel de Abreu e Lima. Ambos regressaram para o Recife com 78 arrobas de terra salitrosa.

1696 – Descoberto nas terras dos Campos do Buique, abundantes jazidas de salitre.

1670 – Em 29 de outubro deste ano, falece Nicolau Aranha Pacheco, natural de Arcos de Valde Vez (Portugal) e enterrado em São Francisco (freguesia portuguesa do conselho de Alcochete).

1659 – Fora acrescida mais uma sesmaria em 10 léguas em 4, com limite nas terras de Garanhuns. As sesmarias dos Aranha Pacheco incluíam as terras de Angelim, Brejão, Caetés, Garanhuns, Palmeirinha, Paranatama, Saloá, São João, Teresinha, Águas Belas, Buíque e Pedra.

1658 – O Governador André Vidal de Negreiros concede em 29 de dezembro, a Ambrósio Aranha, Antônio Fernandes Aranha, Cosme Brito Cação e Nicolau Aranha Pacheco, com vinte léguas em quatro, as terras próximas ao rio Cabaços, divididas em 2 lotes alternados, um no Ipanema e outro nos Campos dos Garanhuns.

1640 – Maurício de Nassau, durante fala de encerramento de assembleia legislativa, recomenda a exploração do salitre existente em Pernambuco.

1614 – Sertanistas adentravam o interior do Estado pelos sertões do Ararobá – região do rio Ipanema. Em busca de supostas minas de prata que haviam sido descobertas nas mediações equivalente aos Campos do Buique.

1500

1534 – As terras equivalentes aos Campos do Buique passaram a fazer parte da Capitania de Pernambuco, representada por Duarte Coelho.

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